OS FILHOS E A DIGNIDADE DO SER HUMANO
A Igreja,através dos seus ministros, tem orientado
os casais a viverem o matrimônio com responsabilidade, como também orienta os
cônjuges em muitas dimensões,entre elas,a,responsabilidade de gerar.
Esta questão tem sido bastante discutida, pois além
dos variados métodos de anticoncepção usados, muitos casais vinculam a geração
de filhos a projetos de interesse individuais.
O casal que se diz cristão, deve procurar
orientar-se com o que a Igreja lhe oferece.
A Encíclica "Humanae Vitae" de Paulo VI, sublinha
a necessidade de respeitar a dignidade da pessoa na avaliação moral dos métodos
de regulação da natalidade. Considera também a adoção e o acolhimento como um
gesto particular de fecundidade na experiência conjugal.
A Igreja tem se posicionado com muita gratidão
àqueles que tratam com carinho especial os deficientes .
Podemos assim avaliar o quanto a Igreja vem se
preocupando com a questão!
O amor verdadeiro que une casais, aliado às
orientações da religião, deve conduzir com seriedade a decisão de procriar.
A paternidade responsável vem resgatando a dignidade
do ser humano,como fruto de uma união consciente,enquanto filhos de Deus.
Filhos devem, acima de tudo, serem gerados com amor,
consequência daquele juramento feito pelo casal,perante o altar.
Agindo assim, estarão resgatando aos filhos, naturais
ou adotados, normais ou deficientes, aquela dignidade que trazem em si, desde o
momento da concepção e que se consolida
no momento do seu nascimento:
A dignidade que traz em si,enquanto SER!
Terezinha Henriques Paiva
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