IGREJA: MÃE, TAMBÉM, DAS PESSOAS FERIDAS
A
Igreja é mãe de todos e, certos da misericórdia divina, cada um de seus filhos
a tem, principalmente, como mãe das pessoas feridas.
“Perante
situações difíceis e famílias feridas, é preciso lembrar sempre um princípio
geral: Saibam os pastores que, por amor à verdade, estão obrigados à discernir
bem as situações.” (Familiaris Consortio, 84).
O
grau de responsabilidade não é igual em todos os casos, e podem existir fatores
que limitem a capacidade de decisão. Por isso, ao mesmo tempo em que se exprime
com clareza a doutrina, há que se evitar juízos que não tenham em conta a
complexidade das diversas situações, e é preciso estar atento ao modo como as
pessoas vivem e sofrem, por causa da sua condição.
Atento
e preocupado com a situação das famílias, o Papa Francisco apresenta-nos, por
meio destes três verbos: discernir,
acompanhar e integrar, os
caminhos pastorais que devem orientar e conduzir não só a Igreja, mas também a
família, particularmente o casal, a um profundo encontro pessoal com o Senhor.
A
Igreja está ao lado da vida.
A
doutrina da Igreja coloca-se, hoje, numa situação social e cultural que a torna
mais difícil de ser compreendida e, ao mesmo tempo, mais urgente e
insubstituível, para promover o verdadeiro bem do homem e da mulher.
A
Igreja crê, firmemente, que a vida humana, mesmo sendo débil e com sofrimento,
é sempre um esplêndido dom de Deus da bondade.
Deus
é força! Deus é luz! Deus é amor!
Sendo
fieis a Ele e fazendo bem a nossa parte, o que poderemos temer?
Maria de Fátima Matos.
Muito bom Fátima! Muitas vezes questionamos o porque de pessoas tão sofridas por alguma doenca , Deus não a leva...Mas só Deus sabe a importância de preservar algumas vidas mesmo que sofram...
ResponderExcluirBela crônica,Fátima!
ExcluirExplorou o tema com muita clareza!
Mostrou com a igreja deve proceder ,não só seguindo a doutrina,mas também considerando a complexidade da vida dos casais.Estes,pessoas feridas ,encontraram assim alívio e proteção!