ACOLHIDA, DISCERNIMENTO E INTEGRAÇÃO NA FAMÍLIA

            Com muita sabedoria, afirmou o Rev.mo Padre Zezinho:

“Que nenhuma família comece em qualquer de repente.

Que nenhuma família termine por falta de amor.”

Uma família, para ser sólida, deve começar com um namoro verdadeiro, que se traduza como um período de conhecimento mútuo e de projetos, no Senhor.

O amor deve permear toda ação humana, pois ele “é paciente e benigno, não se irrita, não julga, tudo espera, tudo suporta.” (1 Cor 13,4-7). Daí, conclui-se que o amor é essencial ao matrimônio, amor que seja capaz de transformação na vida das pessoas.

É necessário que os noivos cristãos se preparem para ser marido e mulher, com uma boa integração psicológica, afetiva, de relacionamento e projetos. Essa integração necessária é um processo, que se inicia com o namoro, mas deve crescer, progressivamente visando à estabilidade da união. A vida conjugal é uma vocação, por isso devem nutrir aquele chamado específico, para se moldarem como um casal cristão.

A graça do sacramento do matrimônio destina-se a “aperfeiçoar o amor dos cônjuges.”

O matrimônio é uma longa viagem, que deverá durar por toda a vida, e os esposos necessitam da ajuda de Jesus para caminhar juntos, com confiança, acolhendo um ao outro, todos os dias. É muito importante que saibam perdoar-se, que se respeitem e que façam dos erros uma oportunidade de aprendizado. Vivendo e aprendendo... Defeitos, quem não os tem? Onde morará o ser humano perfeito, para o tomarmos como modelo?

 

Maria de Fátima Matos


Imagem de Mohamed Chermiti por Pixabay 

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